- Mulher e música tradicional
(já disponível)

- Até a vitória sempre

- Atentado ecológico na Galiza

Actualizada em
28/08/10

NOM à PRESENçA POLICIAL NAS ESCOLAS

O ministro espanhol do Interior, José Antonio Alonso, comunicou em conferência de imprensa o dia 3 do presente mês as linhas mestras que dam forma ao plano do seu gabinete a respeito do despregamento de até mais de 3000 polícias e guardas civis no contorno dos centros escolares para efectuar hipotéticas tarefas preventivas sobre o início no consumo de drogas por parte da mocidade.

Em consideraçom às escolas como pontos neurálgicos no mercadeio de substáncias cujo negócio está ilegalizado, o departamento deu em comunicar, há por volta dum mês, as intençons deste programa policial. Daquela, de AGIR manifestamos a nossa oposiçom ao alegato a contingências de saúde pública como escusa à magnificaçom do moderno estado policial-penal desenvolvido ao abeiro de abafantes políticas persecutórias orientadas à delinqüência de baixo nível.

Como estudantes galeg@s, reiteramos que achamos inaudito, no marco educativo do nosso país, o recurso às forças repressivas espanholas para exercer umha vigiláncia fora de lugar, toda a vez que o alarme que a justifica é radicalmente inapreciável para nós. É por isto que qualificamos como nom grata a presença de elementos uniformados que se passeiem arredor dos nossos centros de estudo, entendendo como umha coacçom à nossa liberdade individual o facto de permanecer baixo "observaçom" dos institutos armados espanhóis. Chamamos também o estudantado mais consciente a se rebelar contra qualquer ingerência provocada a partir deste obsessivo despropósito controlador.

Acrescentamos aliás que este plano, cuja posta em andamento estabelece-se na vindoura terça-feira (coincidindo com a volta a aulas), nom está isento de ligaçons com a actual orientaçom fascistoide com que a social-democracia espanhola está vernizando a, já de seu, característica natureza repressora deste Ministério. Assim é que recentemente tivemos notícia do plano de choque contra a "delinqüência juvenil", eufemismo que agacha a criminalizaçom expansiva dos movimentos auto-organizados da juventude que qüestionam o modelo sócio-económico vigente.

Com este programa, o mesmo Ministério está-se a encarregar de difundir o pánico a respeito dumha hipotética"radicalizaçom" entre a mocidade, introduzindo numha mesma saca organizaçons denominadas neonazis, bandas de jovens latin@s e de "extrema esquerda" contra os quais combater para maior benefício da "segurança cidadá". Para mais informaçom sobre este último apontamento, podedes consultar no historial de novas do web de BRIGA, organizaçom que já se posicionou sobre o particular.


- Sindicato e AMPA´s criticam timidamente policializaçom, que se alarga este ano...+
- Novos dados que escarnecem a presença policial nas escolas...+
- 6-J em Ames, cresce o descontento pola presença policial nas escolas...+
- Cans nas portas das escolas para acossar o estudantado...+
- A Conselheira nom compreende as políticas, acata-as....+
- Campanha contra a presença policial nas escolas...+