
Continua a caça do galego na Junta

Março 2010
De novo, as notícias procedentes das gestons do governo Feijó batem em contra dos interesses da normalizaçom da nossa língua na escola.
Como se pretendessem que ninguém se inteirasse, os gestores espanholistas da equipa do PP realizam devagar pequenas emendas ao status quo, coincidindo todas elas num mesmo fim: rebaixar as quotas formais de presença, uso, requisitos ou exigências em galego.
Assim nos últimos meses vimos como demoravam as partidas para as equipas de normalizaçom, como se prescindia de solicitar o conhecimento da língua nacional para determinados cargos públicos, como reaparecia o uso do espanhol no Parlamentinho, etcétera...
Agora temos notícia de que as provas de oposiçom que convoca este ano a conselharia de educaçom, com 967 vagas, (das quais 600 para professorado de ensino primário e secundário) eliminam a elaboraçom do programa didáctico em galego. Poderá-se realizar portanto em espanhol ou galego, sem que a liberdade lingüística atinja por enquanto outras línguas do mundo polas quais tanto aprécio cosmopolita demonstram os pailans do governo. Aprécio, isso sim, metafórico, que nunca demonstrado na prática.