
O governo catalám semeia o caos para eliminar o movimento estudantil

Março 2009
Desde a Galiza, o estudantado galego nom pode permanecer impasível perante a brutal agressom da polícia autonómica catalá contra o estudantado anti-bolonha. Em Barcelona, após 4 meses de ocupaçom ininterrompida e pacífica do prédio central da Universidade, os agentes da polícia fascista às ordens da sucursal catalá do espanholíssimo pseudo-comunista IU, desalojárom com brutalidade os e as defensoras do ensino público onte à manhá. Durante as cargas detivêrom 6 jovens e começárom a quecer motores para as palizas da noite...
O decurso dos acontecimentos demonstra-nos mais umha vez o antagonismo essencial entre as demandas legítimas do estudantado e o agir dos corpos de repressom, prestes a violentar qualquer iniciativa que atente contra a mao que lhes dá de comer: a dos poderosos.
Tanto é assim que a desproporçom entre a normal agitaçom estudantil destes anos e a resposta dos armados é grotesca.
Resposta vespertina remata em novas e maiores agressons
Por volta das 20 horas do serám, milhares de estudantes e solidári@s da capital dos Països Catalans marchárom polas ruas cêntricas da cidade em protesta polos incidentes e a violência dos corpos de repressom durante a manhá, tendo finalizado de novo, por segunda vez em menos de 12 horas, com 20 detid@s e dúzias de mancad@s a convocatória estudantil. Um menor de 10 anos tivo que ser atendido na rua ao receber "as saudaçons" policiais. Os meios de comunicaçom nom se estám a privar de denunciar a indiscriminada violência dos antidistúrbios, que ferírom também diversos jornalistas.
AGIR, organizaçom estudantil da esquerda independentista com fortes laços de fraternidade com o Povo irmao catalám, e nomeadamente com a organizaçom estudantil irmá SEPC, quer denunciar desde a distáncia a brutalidade e impunidade com que agem os fardados espanhóis, sejam quais forem as suas siglas e provenha de onde provir o seu salário de funcionários-mercenários. Neste caso, os Mossos d'Esquadra, bem conhecidos pola sua total impunidade contra a populaçom mais desprotegida.
Solicitamos a posta em liberdade sem cargos das pessoas detidas e exigimos a imediata demissom de Joam Saura, agente do terrorismo policial. Por demais, exigimos o imediato abandono de qualquer intromissom policial na vida universitária, e umha resoluçom negociada ao conflito, herdado da implantaçom antidemocrática do Processo de Bolonha.
STOP PRIVATIZAÇOM DO ENSINO!
SEM TRÉGUA CONTRA ESPANHA E O CAPITAL!
VIVA A LUITA ESTUDANTIL!