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Actualizada em
28/02/13

Rematarom as negociaçons sobre a Normativa de Permanência da USC

Abril de 2012


Rematárom as negociaçons da Normativa de Permanência que as organizaçons estudantis convocantes da greve contra esta normativa da USC vimos desenvolvendo com a reitoria desta universidade. Este é um dado objetivo que nom requer discussom e no qual tanto o estudantado como a própria equipa reitoral está de acordo. Agora bem, o resultado destas negociaçons gera umha valorizaçom mui distinta, pois nom existe um consenso. Enquanto a equipa reitoral acredita em que cedeu, nós seguimos considerando que a Normativa de Permanência ataca os direitos do estudantado e procura a reduçom de custes através da expulsom de estudantes ao elevar-se o nível de exigência pseudo-académica.


A reitoria da USC nom assumiu o básico das emendas polas quais centos de estudantes saírom às ruas de Compostela o passado mês de Novembro. Mantivo-se numha monolítica posiçom, tam dura ou mais que o próprio Paço de Sam Gerome, e só maquilhou o seu discurso recuperando a figura simbólica do nom-apresentado e permitindo a renúncia dumha convocatória por matéria sem necessidade de justificá-la.  


Assim, os aspetos mais duros de Normativa, esses que ampliam o custo da matrícula impossibilitando a muitas pessoas a possibilidade de estudar, seguem presentes. A obrigatoriedade de matrícula das matérias pendentes, a impossibilidade de aprovar o Trabalho de Fim-de-Grau com matérias pendentes ou a rigidez dos requisitos para a matrícula parcial vam fazer parte da Normativa que supostamente a reitoria tentou "consensuar".


O resultado deste processo, embora negativo, permite aprender umha liçom: os estamentos burocráticos da Universidade só entendem umha linguagem, a linguagem da mobilizaçom massiva. Caminho ao que haverá que voltar para que se demonstre na prática que o estudantado nom apresentou rogos à Normativa de Permanência senom necessidades básicas e legítimas.